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Um estudo analisa o destino ambiental de poluentes emergentes em águas superficiais. A pesquisa aborda um problema crescente e importante da presença de pesticidas e microplásticos na água. Segundo o professor Antonio Carlos Silva Costa Teixeira, do Departamento de Engenharia Química da Escola Politécnica da USP e orientador da tese, o estudo é importante para fornecer dados a órgãos públicos e empresas do meio ambiente para repensarem a proposição legal desses compostos na água e seu monitoramento.
Antonio Carlos Silva Costa Teixeira, 2026
A concentração de obras públicas de saneamento básico em poucos grandes grupos privados e estatais é uma característica marcante do mercado brasileiro, impulsionada pela necessidade de alto capital (Capex) e expertise técnica exigida pelo novo marco legal. No entanto, mecanismos como a regionalização (blocos de municípios) e novas Parcerias Público-Privadas (PPPs) têm sido utilizados para aumentar a concorrência e atrair novos players.
UTiecher & Gemini, 2026.
A Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) ideal depende do tipo de efluente (doméstico ou industrial), da vazão, das restrições ambientais e legais e da disponibilidade de espaço. Para esgoto doméstico, sistemas biológicos são mais viáveis; já para efluentes industriais, tratamentos físico-químicos ou combinados são frequentemente necessários. ETEs compactas são ótimas para locais com espaço limitado, como condomínios, canteiros de obras e indústrias de médio porte.
Fatores para a escolha da ETE ideal:
Tipo de efluente: O tipo de esgoto (doméstico ou industrial) determina o processo de tratamento mais adequado.
Efluente doméstico: Sistemas biológicos são geralmente mais eficientes em termos de custo e operação.
Efluente industrial: Tratamentos físico-químicos ou combinados podem ser necessários, dependendo da complexidade.
Vazão e característica do esgoto: A quantidade de efluente gerado, ou vazão, é um fator crucial. A análise das características específicas do efluente é fundamental para definir a tecnologia a ser empregada.
Restrições ambientais e legais: A legislação ambiental e os padrões de qualidade para o lançamento do efluente tratado (em corpos hídricos ou redes coletoras) definem a eficiência mínima exigida da ETE.
Espaço disponível: A área disponível para a instalação é um fator determinante.
ETE compacta: Ideal para locais com espaço limitado, como canteiros de obras, condomínios e indústrias de pequeno e médio porte.
Custo-benefício: A escolha deve garantir a melhor relação entre o custo de implantação e operação e a eficiência do tratamento.
Manutenção: É importante considerar a facilidade de operação e a necessidade de manutenção para garantir o desempenho contínuo do sistema.
Tipos de sistemas:
Sistemas Biológicos: Ideais para esgoto doméstico, com baixa demanda de área, facilidade operacional e baixo custo de energia.
Sistemas Físico-Químicos: Frequentemente usados para efluentes industriais complexos.
ETE Compacta: Solução que combina eficiência e economia de espaço, sendo uma ótima opção para projetos de pequeno e médio porte.
ETE Aeróbica: Adequada para locais que demandam tratamento mais eficiente e rápido, como condomínios e indústrias, embora o custo energético seja maior.
ETE Anaeróbica: Melhor para locais com energia limitada ou mais espaço disponível, pois não depende de oxigenação forçada e pode gerar biogás.
UTiecher & Gemini, 2025.